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Audição para Nova Criação CiM 10 Anos
Candidaturas Nacionais de Vídeo-Dança Inshadow 2017
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De 2 a 11 de Junho, o InArt – Community Arts Festival reinventou a forma de se percepcionar e viver as artes. Desafiou o convencional e ultrapassou fronteiras de narrativa e estética artística com uma programação inclusiva, acessível e transversal a todos.

 

Em ano de celebração do 10º aniversário da CiM - Companhia de Dança, a Vo’Arte, em sintonia com a Associação Cultural CiM, reafirmam a sua identidade artística através da pesquisa centrada na complexidade do gesto e da criação singular.

 

Foram 10 dias de festival com mais de 70 horas de programação, 115 artistas presentes de 6 países diferentes e mais de 2000 espectadores.

 

O InArt começou a 2 de Junho com o Seminário internacional na Fundação Portuguesa das Comunicações com a presença de 14 oradores e moderadores nacionais e estrangeiros, especialistas nos 7 temas em debate – qualidade artística e sustentabilidade dos projectos, políticas culturais para a inclusão, experiências inclusivas e comunitárias e comunicação acessível.

De 6 a 11 de Junho, o InArt mudou-se para o Teatro São Luiz com um programa que reflectiu e destacou o trabalho de artistas que desafiam pessoas com e sem deficiência a trabalhar juntas e a criar novas formas de arte, novas linguagens de dança e movimento.

 

O InArt apresentou quatro espectáculos em estreia nacional e absoluta, e um ciclo de três filmes – Drops of Breath, o registo da primeira performance realizada debaixo de água, com 14 bailarinos com e sem deficiência; Carmina, um documentário de Sebastian Heinzel, que acompanha os ensaios de mais de 300 bailarinos para o espectáculo Carmina Burana; Pára-me de repente o pensamento de Jorge Pelicano, um filme realizado no interior de um hospital psiquiátrico numa imersão no mundo da esquizofrenia.

 

A grande revelação desta edição foi o espectáculo EU MAIOR, em estreia absoluta, visto por mais de 1450 pessoas em 4 sessões.

Um espectáculo onde as crianças são as estrelas principais e onde cada super-poder ganha vida própria transformando fragilidades em movimentos. Este espectáculo é o resultado do trabalho realizado durante 2 anos, nas Escolas EB1 nº 72, EB1, JI Engº Ressano Garcia e EB1 de Telheiras, com mais de 1200 crianças. Conta com a participação de 4 intérpretes profissionais da CiM – Companhia de Dança, de 65 crianças e jovens e da Orquestra Trifonética, formada por alunos do Regime Articulado da Música que, em parceria com a AMAC - Academia Musical dos Amigos das Crianças, se dedicam à criação de repertório original.

 

Na noite de abertura, InArt apresentou o concerto Notas de Contacto, iniciativa da Orquestra de Câmara Portuguesa e da Cercioeiras, seguido da estreia nacional de Monkey Mind, um espectáculo com a assinatura da coreógrafa Lisi Estaras / Platform-K. Este espectáculo proporcionou um encontro intenso entre o público e cinco bailarinos, três dos quais com síndrome Down, que romperam com convenções e tabus, extraindo novas oportunidade das diferenças, sem ignorá-las.

 

A coreógrafa alemã Silke Z. voltou a Lisboa com a sua mais recente criação, STILL (here). Através da dança, um bailarino de 62 anos e outro de 34 anos comparam as suas capacidades e limitações físicas, desafiando-se mutuamente e a si próprios num confronto geracional e diálogo de possibilidades.

 

A 9 de Junho, Passing Through desconstruiu noções adquiridas sobre mobilidade e estética.

Robbie Synge e Julie Cleves exploram novas formas de mover o corpo, criando possibilidades dentro das condicionantes, à partida impostas, de um corpo com mobilidade reduzida. Uma performance entre o contemplativo e a evasão.

 

Um masterclass, quatro workshops de dança e cinema e um “NOT site specific”, promoveram novas abordagens de trabalho e interacção de pessoas com e sem deficiência e outras comunidades com menos hipóteses de participação e contacto com as diversas formas de expressão artística, promovendo encontros entre as diferentes comunidades e gerações.


Um festival de arte participativa para todos!

 

Uma iniciativa da Vo’Arte, co-produção do Teatro São Luiz e apoio da Fundação Portuguesa das Comunicações.

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