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Vídeo-dança de Pedro Sena Nunes
Documentário de Pedro Sena Nunes
Vídeo-Dança de Pedro Sena Nunes
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Arquipélago

Arquipélago é um projecto de vídeo-arte de Pedro Sena Nunes, composto por três vídeo-dança Running Man2girls Radiobaby.
 

Estes trabalhos foram realizados propositadamente para a inauguração do Centro de Artes Contemporâneas (ACAC) a 29 de Março de 2015, na Ribeira Grande, ilha de São Miguel, Açores.


O realizador foi convidado a explorar o espaço em termos performativos e cinemáticos aquando da inaguração e agora o seu trabalho volta ao ACAC durante o mês de Abril na BlackBox.

Informação Vídeo-Arte Blackbox (ACAC)

 

O ACAC, surge como um projecto transdisciplinar que tem por ambição a difusão, a criação e a produção de arte contemporânea regional, nacional e internacional.

Criado como um núcleo dinamizador de manifestações artísticas e culturais, o ACAC pretende colocar o arquipélago dos Açores na senda transatlântica de intercâmbio de pessoas, acontecimentos e culturas.

+INFO

Projecto Arquipélago

O desafio foi interpretar o espaço do Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas através de uma linguagem inovadora e contemporânea, procurou-se um caminho de correspondências livre entre arquitectura, som e imagem, em torno de conceitos como: memória, território e identidade.

 

Sinopse das Instalações

 

Cada trajectória do projecto Arquipélago depende de uma outra. São ilhas que se unem no movimento, criam um limite e depois dividem o espaço. Trocam posições, recombinam, ampliam-se e separam-se. Foi assim que foram pensadas as três instalações Runningman, 2girls e Radiobaby para a inauguração do Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas.

 

Estas instalações assumem um desafio de percepção e perspectivas com o espectador. Cruzam um mundo aparentemente estático com um outro onde o movimento surge numa lógica performativa como sugestão de trabalhar o espaço e principalmente o corpo ausente.

 

Através da leitura da geometria luz/sombra e de experiências da presença de certos corpos nos volumes do espaço. A história desenvolve-se gradualmente, começa e acaba ali mesmo, por camadas. Revelando segredos próprios de cada atmosfera espacial.

 

O projecto partiu da pesquisa e leitura que as propostas arquitectónicas sugerem. O trabalho resultou num objecto fílmico híbrido que corresponde ao fim ou ao começo de algo. Ou quase. Ou a memória que não tem fim. É do dispositivo do desconhecido que vislumbra um percurso abstracto, que nos transporta ao mais concreto da vida – o início de tudo. O início de cada trajectória, numa memória sobre o limiar de alguma coisa. Uma luz, um rasgo, uma escada, um processo, a vida e a morte – o início de tudo.

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